terça-feira, maio 06, 2014

Como será a escola do Futuro?


Como será a escola do futuro?


Penso que a reflexão que o  texto nos trás se torna desafiador . O uso das  tecnologias em prol do aprendizado tem desafiado diariamente as prática do fazer docente. Professores conscientes da necessidade de mudança tem buscado incansavelmente alternativas para acompanhar a avalanche da evolução que tem invadido de todos os meios a nossa vida, a escola, nossa casa e a sociedade. 


Favorecer ou enriquecer a mediação do aprendizado requer fatores primordiais que possam ser adaptados para perpassar o conhecimento. E não para por ai, além de estar na busca constante é preciso levar em conta o tempo,  como pudemos perceber na leitura do texto, tempos esse que tem mudado com o passar dos anos e feitos centenas de mudanças no dia a dia.

A tolerância estimada mudou de 12 minutos para  8 minutos. 8 minutos que o professor tem garantido de atenção, tolerância e concentração, momentos que parecem mágico, pois é necessário entender os alunos e utilizar os recursos que podem contribuir na sua caminhada em busca do aprendizado.

É necessário pontuar que a tecnologia nos permite tornarmos multitarefas  frente ao computador podemos realizar diversas atividades, assim como nossos alunos, em nossos lares nos tornamos adeptos aos 8 minutos dos quais em frente ao uso das tecnologias podemos realizar uma diversidade de ao mesmo tempo. Podemos acompanhar revoluções, guerras, descobertas científicas, conquistas esportivas, realizações artísticas, mudanças políticas, crises econômicas e tantos outros assuntos em pouquíssimo tempo.

Seguindo a lógica do avanço acelerado, para acompanhar  é preciso repensarmos  nossas aulas, atitudes, currículos, maneiras, materiais, recursos, qual o nosso papel frente aos novos tempos, qual o perfil dos nosso alunos, e o mais importante de que maneira podemos e devemos contribuir para repassar o conhecimento no processo de ensino aprendizagem.
A escola do futuro no meu ponto de vista irá ser a junção de um pouco de tudo e de tudo um pouco. Irá unir modernos recursos da informática com o melhor do design de ambientes para tornar o estudo mais dinâmico e atraente. Do lado dos alunos, os cadernos logo se tornarão item de museu: eles serão substituídos pelos chamados tablet ou mesmo notebooks, ou talvez micros Pcs, micros em forma de prancheta, conectados sem fio à rede de computadores da escola, lousas totalmente digitais, etc, etc.




                                                                           Sandra Morais 

Como será a escola do futuro?

           O texto faz perguntas e ao mesmo tempo colacações sobre o aprendizado em nossas escolas no futuro, ou seja a chegada rápida das informações.
           Certamente observamos alguns aspectos positivos e negativos como em todas as tecnologias. Podemos nos comunicar globamente com custos baixos em questão de segundos, pois sabemos que na história da humanidade nunca tivemos acesso a tantas informações.
         Este avanço tecnologico nós impulsiona em nossas práticas pedagógicas, levando educadores conscientes a adaptar seus métodos, as maneiras utilizadas nessa nova gereção digital onde conseguimos informações em segundos, minutos, ect...

Nome: Iolanda Maria Echer.

ESCOLA DO FUTURO

Educação para um novo milênio. A maioria dos países desenvolvidos já entendeu como funciona: transformar a sala de aula em uma pequena empresa, com foco em resultados, gerenciada de forma moderna.


A escola do futuro vai ser como um Big brother escolar. Recursos da microeletrônica poderão aposentar caderno e caneta, mas aumentarão a vigilância sobre o aluno. 



QUADRO DIGITAL:


Esqueça o quadro-negro: a lousa do futuro, chamada de smart board, exibe o mesmo conteúdo que se vê na tela do micro.  As diferenças começam com o sistema touch screen ("tela de toque"), que permite acessar arquivos ou links da internet apenas encostando na tela.


CARTEIRA SOB MEDIDA:


Alunos quase nunca têm alturas e pesos iguais - por isso, as carteiras padronizadas de hoje são uma tortura para quem foge dos padrões de tamanho e gordura. Na sala do futuro, as cadeiras têm assento e encosto reguláveis. Como há pouca necessidade de canetas e cadernos, basta uma gaveta para manter a bagunça escondida


OLHOS ELETRÔNICOS:


As salas do futuro têm um quê de assustador: os alunos serão ainda mais vigiados que hoje. Microcâmeras fornecem imagens de tudo o que se passa no ambiente e, em tese, o administrador do sistema pode ver o que cada um escreve em seus tablet PCs.



TUDO SE COPIA:


Quando é necessário apagar a lousa, nenhuma das anotações é perdida. A tela é salva como arquivo digital e pode ser reacessada a qualquer momento. Se você perdeu alguma explicação importante, a fala do professor e as discussões em sala são gravadas por um microfone e podem ser convertidas em arquivos de áudio, como os de formato MP3


CANETA INTELIGENTE:


O software da lousa possibilita que o professor anote na tela usando canetas especiais, parecidas com pincéis atômicos comuns. A diferença é que elas "escrevem" em linguagem digital e podem ser apagadas com um comando na tela. E, com o mecanismo que reconhece palavras, a letra de mão pode ser convertida em fonte de computador


CENTRO NERVOSO:


Todas as informações da aula ficam guardadas em um servidor central, igual aos computadores com grande capacidade de armazenamento encontrados hoje em empresas. Ele permite o acesso à internet para todos os micros conectados a ele e possui espaço para salvar milhares de novos arquivos


ESCRITA INFORMATIZADA:


Em vez dos cadernos com folhas de papel, o aluno usa o chamado tablet PC, um micro em forma de prancheta conectado ao servidor central da escola. O estudante pode entrar na internet ou salvar anotações em sua pasta específica no servidor


AULA PARTICULAR:


Na hora de estudar em casa, o aluno pode acessar pela web todo o material da aula armazenado no servidor: o áudio do professor, as telas escritas na lousa inteligente e suas anotações no tablet PC. Colégios e faculdades também podem colocar no servidor arquivos extras e tarefas complementares


CONTRA A COLA:


O estudante do futuro vai usar a internet como ferramenta de apoio para completar pesquisas ou exercícios. Mas a festa acaba na hora da prova, quando o acesso à web ou outras fontes de cola pode ser bloqueado pelo professor.
                     Professora: Marta Tedesco

COMO VAI SER A ESCOLA DO FUTURO?

A escola do futuro terá: um crachá com microchip que identifica o professor e conecta a lousa eletrônica no ponto em que ele parou a aula anterior. Parte das aulas será com lousa eletrônica.
Nela, o professor usa videos, fotos, mapas e pode pesquisar dúvidas dos alunos na internet. A iluminação da sala muda de acordo com a atividade. Câmera capta qualquer imagem e projeta na parede. Pode ser o microscópio, vídeo, foto etc.
Cada aluno clica sua opção em um controle remoto, um gráfico com o porcentual aparece na tela. Cronogramas educativos simulam situações. Programas interativos transformam a realidade dos alunos em exercícios práticos. Pelo celular os alunos recebem conteúdo complementar. Games esquentam a aula. As cadeiras podem ser dispostas de várias maneiras para incentivar o trabalho em grupo.
A escola do futuro será a evolução de um ensino melhor, um começo de uma nova vida, a evolução da tecnologia, onde iremos fazer novas amizades.
Não poderá haver maus alunos, deveremos ajudar a manter o respeito na sala de aula, onde alunos e professores deverão trabalhar bem em conjunto.


Professora Katya C.K

Mas a final o que é Educação

    A educação é um processo que sofre muitas mudanças, que vão desde as mais simples até as mais radicais, de acordo o grupo a qual se aplica e se ajusta aos padrões considerados pela sociedade. Mas a educação não acontece somente nos bancos escolares, ela acontece também no dia a dia, e na informalidade, no cotidiano do cidadão.


     Segundo o que diz o dicionário Aurélio (FERREIRA, 2011, p. 345), “[...] a educação é o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano”. Visando à sua melhor integração individual e social na sociedade. Porém as formas de aprendizagem vêm mudando constantemente, portanto, cabe ao professor perceber essas mudanças e ir em busca de novas formas de ensinar as quais permitam acompanhar as inovações tecnológicas que estão presente no nosso dia a dia.


     As escolas de hoje são vista de forme diferente das do tempo de nossos pais ou avós, mesmo assim, o professor deve estar atento as novas mudanças e procurar inovar a todo tempo sua forma de dar aula procurando atrair o aluno quando ele chega á escola. Neste sentido, faz – se necessário que o professor busque constantemente novas alternativas de trabalhar utilizando-se das novas tecnologias educacionais como um recurso que facilite e auxilie no processo ensino aprendizagem do aluno, de forma que torne suas aulas mais atrativa

     Para que o professor consiga fazer um bom trabalho utilizando-se das novas tecnologias, é necessário que esses recursos estejam disponíveis nas instituições escolares. Pois, de nada adianta a reflexão se não torná-la em ação.

Marli Pedroso

Escolas do Futuro



Acreditamos ou queremos acreditar que nossas escolas evoluirão cada dia mais, esperamos encontra professores mais capacitados com maior conhecimento.
O avanço incansável da tecnologia nos trará melhorias tanto educacional como tecnológico, algumas escolas mais modernas já começam estabelecer grupos de discussão para debater sobre como devera ocorrer a troca de conhecimento entre professores e alunos com a doação das novas tecnologias.
Os cadernos logo se tornarão item de museu: eles serão substituídos pelos chamados tablet PCs, micros em forma de prancheta, conectados sem fio à rede de computadores da escola. Com eles, dará para fazer anotações na tela e acessar a internet. Mas a grande vantagem é que o conteúdo da aula ficará disponível para quem quiser - e a qualquer momento, porque as anotações do professor e dos alunos, as telas da "lousa" e o áudio das explicações poderão ser baixadas em casa via internet. Com tanta moleza, algum espertinho pode levantar a mão no fundo da classe e perguntar: "Ô, professor, quer dizer que eu nem preciso aparecer na escola? É só pedir para alguém responder a chamada por mim?" Devagar com a malandragem, pois a sala do futuro também poderá jogar contra você. Afinal, não é difícil que a lista de chamada seja aposentada e a presença passe a ser registrada por reconhecimento de impressão digital ou de retina. Os alunos serão ainda mais vigiados que hoje. Microcâmeras fornecem imagens de tudo o que se passa no ambiente e, em tese, o administrador do sistema pode ver o que cada um escreve em seus tablet PCs.
Os pinceis anatômicos serão substituídos por canetas especiais, parecidas com pincéis atômicos comuns. A diferença é que elas "escrevem" em linguagem digital e podem ser apagadas com um comando na tela. E, com o mecanismo que reconhece palavras, a letra de mão pode ser convertida em fonte de computador.
Mas somente tecnologia não basta. É preciso inteligência (inclusive artificial) para fazer com que a tecnologia estimule o interesse dos alunos e os ajude a enxergar uma dimensão mais ampla de mundo.
 Michel e Luiza

Escola e tecnologia: uma parceria de aprendizagem


No decorrer dos séculos a educação sofreu serias mudanças, pois o ser humano vem evoluindo constantemente em diversas áreas do conhecimento. Mas uma área em especial não obteve o mesmo avanço, a educação.
A educação atual pouco consegue prender a atenção dos seus adolescentes e crianças, e muito menos despertar a curiosidade e criatividade, estamos parados no tempo, pois a maioria de nossos espaços educativos não são adequados para um ensino de qualidade. Alem do mais, poucos educadores utilizam em suas praticas instrumentos como a tecnologia, que poderia fornecer um ensino de melhor qualidade e assim despertar o interesse e o gosto das crianças em irem à escola para aprender.
Os avanços tecnológicos como computadores, celulares, nos proporcionam uma enxurrada de informações em questões de segundos ou minutos sobre o mundo inteiro, mas  a maioria dos  espaços educativos e educadores ainda não estão preparados para receber e utilizar esses instrumentos como um aliado no processo de ensino e aprendizagem.
Precisamos com urgência transformar essa realidade para que num futuro não muito distante a educação seja vista com bons olhos por toda a sociedade, só assim poderemos construir um mundo solidário e justo, sendo o professor um agente transformador. Encerro esse texto com a seguinte frase: “ No dia em que um professor deixar de provocar a mente de seus alunos e não mais conseguir estimulá-los a pensar criticamente, estará pronto para ser substituído por um computador.”(Augusto Cury; O Colecionador de Lágrimas; pg 23; 2013)

ADRIANA VALENTINI

Como será a escola do futuro?

       O mais importante é que o formato do conteúdo e a sua metodologia pedagógica serão adaptados às preferências de aprendizado de cada aluno.
       Que conteúdo será lecionado em que formato? Para quais tipos de matéria vale a pena usar um tablet? Quais matérias serão mais bem compreendidas se aprendidas através de um videogame? Isso tudo estará na mesa do educador consciente. Pesquisas demonstram que, até o ano de 1990, os adultos norte-americanos conseguiam concentrar-se por até 18 minutos em uma pessoa falando ininterruptamente. Entre 1990 e o ano 2000, este tempo caiu para aproximadamente 12 minutos e atualmente esta tolerância encontra-se em apenas 8 minutos. Na média, a partir deste oitavo minuto, a audiência começa a verificar seus celulares e computadores (inclusive para procurar mais informações sobre o que está sendo ex posto). Desconheço quais serão os tempos de tolerância de crianças e adolescentes. 8 minutos equivalem a 480 segundos.
        A informação pela internet viaja em segundos, de um lado para o outro do mundo. A mágica da tecnologia nos permite acompanhar revoluções, guerras, descobertas científicas, conquistas esportivas, realizações artísticas, mudanças políticas, crises econômicas e tantos outros assuntos em pouquíssimo tempo. Em 8 minutos, por exemplo, é possível, ao mesmo tempo, pela web, ouvir música, assistir trechos de vídeos, ler notícias, conferir infográficos e tabelas, visitar um museu virtual…
         E na escola o que faremos em 8 minutos?
Este é o tempo que as pesquisas nos apontam como aquele que temos, numa sala de aula, de concentração real, de adultos. Imaginem então como fica para crianças e adolescentes…
        Repensar a escola. Repensar as aulas. Repensar os currículos. Repensar o profissional da educação. Repensar os instrumentos e metodologias.
Entender os novos tempos. Entender os novos alunos. Entender as tecnologias e seu espaço na sala de aula.
         Vamos então por passos, acho que talvez fique um pouco mais fácil, mas sem respostas prontas, apenas pontuando o que precisamos rever para compor novos quadros, mais desafiadores, interessantes, estimulantes, participativos, colaborativos, tecnológicos, socráticos…
         O letramento digital dos professores me parece talvez o primeiro passo para diminuir esses medos e receios. Somos iletrados  na utilização dos softwares e aplicativos e ainda mais com os hardwares novos cada vez mais amigáveis, cada vez mais acessíveis mas que não são utilizados em todo o seu potencial. Como fazer os professores envolverem-se de fato nesta nova fase de desenvolvimento da humanidade eis ai o grande desafio da atualidade.


Aluna – Janete Carmen Wichroski.





Mas afinal o que é educação?


Mas afinal o que é educação?

Segundo o dicionário Aurélio educação é o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral visando à sua melhor integração individual e social, ou seja, é o ato de aprender. Porém as formas de aprendizagem vêm mudando ao longo do tempo e cabe ao professor perceber essas mudanças e inovar, pois sem o acompanhamento das evoluções tecnológicas o professor poderá ficar perdido no tempo.
A escola de hoje não é mais como a escola de nossos pais ou avós, necessita também inovar, perceber com todo o seu quadro funcional as frequentes mudanças ocorridas e ver que a escola precisa ser atrativa para o aluno que chega até ela, pois o aluno como tal mudou também; as aflições são outras as angústias são outras, então a forma de aprender também não é mais a mesma.
Neste sentido percebemos que o professor deve estar constantemente buscando, utilizando-se das novas tecnologias educacionais como recurso para facilitar e auxiliar suas aulas, tornando-as mais atrativas.
Em contrapartida para o educador poder fazer um bom trabalho utilizando-se das novas tecnologias é necessário que esses recursos estejam disponíveis nas escolas, pois enquanto a reflexão não se tornar ação, a educação não vai mudar, continuará como 30 anos atrás ou mais, com o bom e velho quadro e giz.
Para que a educação mude de fato no meu ponto de vista, o educador deve continuar buscando sim, fazendo cursos de aperfeiçoamento, porém os governantes precisam dar o subsídio, com recursos financeiros para que a escola adquira as novas tecnologias educacionais para que de fato a educação seja vista como fundamental para melhorar o mundo e para que os projetos saiam do papel e se cumpram de fato.

                                  Clausi Artuso de Mello

segunda-feira, maio 05, 2014

ELABORAÇÃO DE PROJETO


 
Prezados Professores!!!

Elaborar uma proposta de projeto interdisciplinar a ser implantada em sala de aula usando as mídias digitais, com o foco no desenvolvimento das competências e habilidades. Repensar: Conteúdos, Estratégia, ferramenta, Avaliação, Papel do Professor.

Profª Mariza Lamaison