Pesquisas demonstram que, até no ano 1990, os adultos
norte-americanos conseguiam concentrar-se por até 18 minutos em uma
pessoa falando ininterruptamente. Entre 1990 e o ano 2000, este tempo
caiu para aproximadamente 12 minutos e atualmente esta tolerância
encontra-se em apenas em 8 minutos. Portanto, as salas de aulas
precisam serem repensadas, a idéia é unir modernos recursos da
informática com o melhor do design de ambientes para tornar o estudo
mais dinâmico e atraente.
A informação pela internet viaja em segundos, de um
lado para o outro do mundo. A mágica da tecnologia nos permite
acompanhar revoluções, guerras, descobertas científicas,
conquistas esportivas, realizações artísticas mudanças políticas,
crises econômicas e tantos outros assuntos em pouquíssimo tempo. Em
minutos, por exemplo, é possível, ao mesmo tempo, pela web, ouvir
música, assistir trechos de vídeos, ler notícias, conferir
infográficos e tabelas, visitar um museu virtual...
O futuro da sala de aula está nas aulas interativas,
pois através desta, o modelo de aprendizagem não é mais passivo, o
aluno participa do que vai aprender, faz pesquisa, perguntas,
participa de chats e fóruns. A comunicação com os professores
começa a ser mais dinâmica. O meio virtual não afasta professor e
aluno, mas os aproxima por outras plataformas.
A tecnologia vem como uma ferramenta a mais para o dia
a dia dos educadores e dos alunos. O professor e os livros continuam
sendo de fundamental importância para a educação, bem como a
presença do aluno na escola para que ocorra a aprendizagem.
Marta
tedesco












Nas escolas do futuro o professor deixará de ser um mentor e passará a ser um mediador dos conteúdos. Na escola do futuro os conteúdos devem ser ensinados em aulas que trazem a teoria para a pratica, já que ao meu entendimento os alunos do futuro já viram para a escola com uma vasta bagagem teórica, e a nos professores caberá estabelecer o aporte pratico para essa teoria. Usando os recursos tecnológicos a nosso favor e instigando os nossos alunos a usá-las de forma mais criteriosa.
O que obrigara aos educadores teóricos a repensarem sua forma de ensino para não se tornarem “obsoletos” e sem oportunidades no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo que obrigará e já vem obrigando a nós professores, o aperfeiçoamento de seu conhecimento das novas tecnologias para saber como utilizá-las adequadamente em nossas aulas.
Augusto Brambilla Oltramari
Professor de Educação Física